A arrogância é o reino – sem a coroa. Ditado judaico.
Minha trajetória profissional foi costurada por altos e baixos. Logo após meu primeiro emprego (o único com carteira assinada), com 18 anos, coloquei o pé na estrada. E segui pelo caminho da vida, que me ofereceu momentos de alegrias e… tristezas.
Em muitos destes momentos, procurei pelo equilíbrio e me apliquei com muita disciplina. Colhi meus resultados – foram os meus momentos de alegria. Noutras ocasiões, a soberba me venceu: achei que sabia o suficiente, que tinha feito o suficiente ou, pior, que eu era auto-suficiente. Foram meus momentos de tristezas.
Hoje, ao olhar para trás (quando faço isso, costumo lembrar-me do filósofo alemão Arthur Schopenhauer, em seu livro “Aforismos para a Sabedoria de Vida, capítulo V, “Conselhos e Máximas”, b ) sobre nossa conduta para conosco) vejo o quanto trago das lembranças destes momentos para meus dias de hoje.
Sou o resultado de tudo o que vivi, pensei, fiz. E do que deixei de viver, pensar ou fazer. Pelo que acertei e pelo tanto que errei. Precisei “viver” tudo isso para tornar-me o que sou, como pessoa e como profissional?
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